O questionamento que Breno faz em seu blog ("Discutindo Ecologia") externa sua preocupação com as formas tradicionais do ensino de Ciências. Para ele, é necessário que educadores quebrem modelos educacionais, tornando-se revolucionários e críticos, a fim de despertar a curiosidade, o engajamento e o espírito de investigação discentes.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
Em que momento matamos os pequenos cientistas?
terça-feira, 30 de março de 2010
Fóruns do Cientistas do Amanhã: excelente ferramenta de troca
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
COMUNIDADE ESCOLAR DO CIEP LINDOLFO COLLOR VIVE DIA D COM AS CIÊNCIAS
O dia 19 de novembro tornou-se uma data inesquecível para a comunidade escolar do Ciep Lindolfo Collor, uma escola da Prefeitura do Rio que fica em Rio das Pedras, na abrangência da 7ª Coordenadoria Regional de Educação. Uma Feira Cultural, aberta aos responsáveis, envolveu aproximadamente três mil alunos de toda a Unidade de Ensino, que participaram efetivamente de todas as suas fases de criação até a conclusão do evento, sob a liderança – é claro – das equipes de professores e gestores.
Diante do sucesso e empolgação gerada entre os alunos, a Tutora Janini Teixeira do Cientistas do Amanhã (que assessorou pedagogicamente em cada etapa do evento da instituição) reforça a importância de se realizar atividades como a Feira, em que docentes e educandos podem demonstrar todo conhecimento e habilidades, expandindo o Cientistas do Amanhã para além dos muros acadêmicos, possibilitando e valorizando – em outros níveis da comunidade local – a presença da família na Escola, o que beneficia cada um com o desenvolvimento de novos conhecimentos.
Parabéns, a todos, pelo belo empreendimento com as ciências!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
Tutor do Cientistas do Amanhã comenta que orgulho com as descobertas já é prática comum nas escolas que acompanha
Reforçando os relatos que chegam diariamente para o Blog, sobre as experiências que as Escolas do Município do Rio estão desenvolvendo em relação ao Cientistas do Amanhã, o Tutor Vanderson Correa Vaz apresenta-nos uma bela análise de algumas práticas do quotidiano de unidades que acompanha.
"As boas práticas estão se multiplicando. Em cada novo acesso ao blog, eu me deparo com novos relatos, mas esses não me surpreendem tanto. Não se deixe levar por essa minha última colocação; na verdade não me surpreendo porque vejo toda essa surpresa e entusiasmo no dia-a-dia. Há algo de comum em muitos desses relatos com o que os professores compartilham comigo. Em todas as escolas em que realizo o acompanhamento do Cientistas do Amanhã (Escolas Municipais Alcides Etchegoyen, Lucio de Mendonça, Raul Francisco Ryff, Orestes Barbosa e CIEP Maestrina Chuiquinha Gonzaga), depois de superada a etapa de questionamentos, não é difícil encontrar alunos exibindo, com orgulho, seus achados pelos corredores da unidade escolar. A surpresa é algo no cotidiano, creio eu, da maioria dos tutores. No caminho das unidades escolares já fico a imaginar qual será a novidade que me apresentarão. Já é uma prática comum, ao chegar à sala de aula, um grupo de alunos me puxar pela camisa e conduzir-me até seus experimentos, disputando minha atenção com os demais colegas, para, com orgulho, relatar-me suas observações.
"As boas práticas estão se multiplicando. Em cada novo acesso ao blog, eu me deparo com novos relatos, mas esses não me surpreendem tanto. Não se deixe levar por essa minha última colocação; na verdade não me surpreendo porque vejo toda essa surpresa e entusiasmo no dia-a-dia. Há algo de comum em muitos desses relatos com o que os professores compartilham comigo. Em todas as escolas em que realizo o acompanhamento do Cientistas do Amanhã (Escolas Municipais Alcides Etchegoyen, Lucio de Mendonça, Raul Francisco Ryff, Orestes Barbosa e CIEP Maestrina Chuiquinha Gonzaga), depois de superada a etapa de questionamentos, não é difícil encontrar alunos exibindo, com orgulho, seus achados pelos corredores da unidade escolar. A surpresa é algo no cotidiano, creio eu, da maioria dos tutores. No caminho das unidades escolares já fico a imaginar qual será a novidade que me apresentarão. Já é uma prática comum, ao chegar à sala de aula, um grupo de alunos me puxar pela camisa e conduzir-me até seus experimentos, disputando minha atenção com os demais colegas, para, com orgulho, relatar-me suas observações.
O programa, conforme podemos observar nos relatos do blog, tem proporcionado aos professores uma ótima oportunidade de mudança e/ou de multiplicação de suas práticas. Dentre as quais, destaco o projeto “Plante uma árvore pela paz” da professora Ariadne Moraes da escola municipal Raul Francisco Ryff, que, conforme colocado por ela – “o que era inicialmente um projeto para ser desenvolvido pelas turmas do 3° ano, tornou-se um projeto da escola”. Nesse projeto, em parceria com o Jardim Botânico do Rio de Janeiro e apoio logístico da Sangari, a professora conseguiu mudas para o plantio e revitalização do jardim da escola com seus alunos.
Para os alunos do professor Luiz Fernando Porto, da Escola Municipal Orestes Barbosa, a experimentação já fazia parte do cotidiano; porém, através do Programa, o professor tem explorado de maneira diversificada os conteúdos conceituais da Unidade. Os produtos dessa prática podem ser observados por meio dos modelos criados pelos alunos para o estudo da organização dos corpos celestes através da construção de câmaras escuras com caixas de sapato.
Dentre todos os pontos positivos já expostos nos diversos veículos de comunicação, o principal impacto por mim observado está diretamente relacionado ao resgate do aprendizado de ciências que o programa vem proporcionando nessas unidades escolares."
Dentre todos os pontos positivos já expostos nos diversos veículos de comunicação, o principal impacto por mim observado está diretamente relacionado ao resgate do aprendizado de ciências que o programa vem proporcionando nessas unidades escolares."
De verdade, Vanderson, concordo plenamente com você. Por isso, nas Escolas da Prefeitura do Rio, o ensino das Ciências já tem um marco: o antes e o depois do Cientistas do Amanhã, que tem favorecido ensino e aprendizagem com muita alegria e criatividade.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Tutora Keeth Gomes apresenta destaques da E.M. Brito Broca com o Cientistas do Amanhã
A Escola Municipal Brito Broca, que faz parte da 2ª Coordenadoria Regional de Educação, fica na Tijuca, Zona Norte da Cidade do Rio de Janeiro. É dessa acolhedora Unidade Escolar que a Tutora Keeth Gomes, do Cientistas do Amanhã, traz novos belos relatos sobre as experiências de duas professoras com o Programa.
Começa dizendo que, "durante a observação das aulas das professoras Marlene Priscila, foi possível ver a admiração e o interesse dos alunos pelo Projeto, principalmente durante os experimentos e a elaboração do Diário de Ciências. Todos queriam registrar o que aprenderam, fosse por meio dos desenhos ou da escrita", como foi o caso do aluno Lucas, que fez, cuidadosamente, no "Diário de Ciências", durante a aula "Como anda a lâmpada", para ilustrar a experiência da aula.
A Tutora lembra, ainda, que ambas as professoras estão articulando os conteúdos da Língua Portuguesa com o "Saiba Mais" (texto com a função de organizar e ampliar os conhecimentos abordados, podendo ser utilizado em diferentes momentos do desenvolvimento da aula).
Mais um ponto positivo destacado pela Tutora na prática da E.M. Britto Broca foi a interação entre os alunos, no trabalho em equipe e na “parceria” de um aluno com o outro, o que tem sido registrado de diferentes formas bastante criativas, seja pelo mural da Escola ou pelos "Diários dos Cientistas".
Começa dizendo que, "durante a observação das aulas das professoras Marlene Priscila, foi possível ver a admiração e o interesse dos alunos pelo Projeto, principalmente durante os experimentos e a elaboração do Diário de Ciências. Todos queriam registrar o que aprenderam, fosse por meio dos desenhos ou da escrita", como foi o caso do aluno Lucas, que fez, cuidadosamente, no "Diário de Ciências", durante a aula "Como anda a lâmpada", para ilustrar a experiência da aula.
A Tutora lembra, ainda, que ambas as professoras estão articulando os conteúdos da Língua Portuguesa com o "Saiba Mais" (texto com a função de organizar e ampliar os conhecimentos abordados, podendo ser utilizado em diferentes momentos do desenvolvimento da aula).
Mais um ponto positivo destacado pela Tutora na prática da E.M. Britto Broca foi a interação entre os alunos, no trabalho em equipe e na “parceria” de um aluno com o outro, o que tem sido registrado de diferentes formas bastante criativas, seja pelo mural da Escola ou pelos "Diários dos Cientistas".
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Escola Municipal Sampaio Corrêa: muitas lições além da sala de aula
Situada no bairro Senador Camará, na Zona Oeste da Cidade do Rio de Janeiro, a Escola Municipal Sampaio Corrêa (ligada à 8ª Coordenadoria Regional de Educação) é tema do emocionante relato do Tutor Rolf Bateman, do Programa Cientistas do Amanhã. Com uma escrita poética, mas calçada na realidade da instituição de ensino que acompanha, Rolf convida-nos a um belo exercício de reflexão, a partir das suas vivências em uma escola pública de qualidade.
"Entrei na Escola Municipal Sampaio Corrêa pelo grande portão de ferro do estacionamento, numa manhã quente como todas as outras que amanhecem próximo à estação ferroviária em Senador Camará. O cartão de boas-vindas anunciava a tônica do convívio vicinal, estampado no letreiro da oficina de reparos automotivos: “O Crack do arranhão”. Na esquina oposta, além do ferro-velho e da loja de materiais de construção, três homens de chinelos, comendo cachorro-quente, me foram descritos brevemente pela funcionária da subsecretaria, que me acompanhava: 'Não olhe muito, é o movimento'.
A frase tentava sair da minha cabeça tão sinceramente quanto à percepção de alguém que, até então, só enxergava a educação pública por meio dos papéis copiados nos cubículos da xerox na Faculdade de Educação da UFRJ. Até mesmo dentro da rede privada, onde a maior das minhas experiências se esmilinguia nas lembranças do adolescente que passou no vestibular e nunca mais olhou naquela direção, meus conhecimentos se mostravam parcos e totalmente distantes da realidade do 'outro lado da mesa', onde eu agora me encontrava.
Parecia regredir a um dos meus tantos primeiros dias de aula, tentando, ao contrário do que diziam os conselhos da mãe incentivadora, ser o mais incólume e imperceptível dos mosquitos, esgueirando-se pelas paredes, enquanto pedia aos céus para não ser notado. Todos os olhares, por mais desinteressados que fossem, pareciam me avaliar o tempo inteiro, a cada passo que dava. Lembrava dos conselhos dos amigos em relação ao perigo da comunidade, dos alertas a respeito da minha clara cor de pele e olhos, das atenções voltadas à luz interna acesa ao sair da escola e da preferência a ser dada, no trânsito das pequenas ruas, aos porcos, ciclistas e carrinhos de compras. Todo o meu dever me passava nervosamente pela mente: a primeira impressão da direção, o processo de convencimento das professoras para que adotassem o Cientistas do Amanhã, a necessidade de mostrar serviço, a vontade de que tudo ocorresse dentro dos meus estreitos parâmetros do sucesso. Leve e disfarçadamente, aliso o amarrotado do uniforme branco e ajeito o cabelo, respiro fundo e me decepciono com a falta do tempo que acreditei que teria, ao caminhar da saída do carro até a porta da direção. A mulher loira, de enormes olhos azuis, vinha em nossa sentido, ainda no pátio, para me conhecer e apresentar a escola.
Marilda, a diretora, cuja descrição física 'mandou pelo ralo' o receio sugerido pelos colegas, demonstrou a simpatia que me fez envergonhar pelos pensamentos recém-ocorridos. Rodou a escola, sorrindo ao apresentar cada canto, cada professora, e me mostrando o orgulho de quem ajudou a construir aquela pequena faceta desconhecida da educação. Numa salada de mil acontecimentos simultâneos, a escola se mistura entre músicas e letramentos, correrias e livros, recreações e seriedade. E na sala de aula se ouve cantoria na forma de homenagem à professora, outrora zangada: 'Eu preciso de ti, senhor, sou pequeno demais'.
Aos poucos, os nomes e rostos se uniam na minha cabeça, cada um com uma história e uma personalidade diferente. A escola se colocava diante de mim simpática e, ao mesmo tempo, dura, sorridente ao encontrar, e não menos bela ao colocar em xeque a razão que me fazia estar ali, naquele momento. Aquela era a Sampaio Corrêa, erguida sobre o concreto colorido das escolas modernas e do otimismo do trabalhador, repleta de suas reflexões, convicções morais e determinações políticas, com as decisões que, sempre tomadas em grupo, atrasavam os anseios do Tutor ignorante. Aquela era a Sampaio Correa, a minha nova sala de aula de vida.
Exigências feitas e acordos cumpridos, duas formações depois e o “Cientistas” explode na escola, em todas as turmas ao mesmo tempo, enchendo de “minhocas” as cabeças das crianças, enchendo de cobranças o calendário do professor e de orgulho o desempenho da docência. Explode o “Cientistas” na Sampaio Corrêa de Senador Camará, guiado por mulheres guerreiras, que, sim, cumprem as suas ordens, nunca deixando de perguntar e admitindo, paradoxalmente, o julgamento indevido e prematuro:
'Parabéns, a minha aula foi um sucesso'.
A receita não é complexa. Uma vez por mês nos reunimos com tempo suficiente para debruçarmos sobre o livro do professor, assistir a vídeos e conversar sobre as aulas. Relatamos pontos importantes e a comunicação aparece nas conversas de corredor, pelo telefone, por email, por bilhete. O que, antes, era desconfiança, hoje, vira aprendizado. O resto, deixamos que a vontade faz.
E os perigos ainda estão lá fora. Mas eu, aqui, estou totalmente seguro".
A frase tentava sair da minha cabeça tão sinceramente quanto à percepção de alguém que, até então, só enxergava a educação pública por meio dos papéis copiados nos cubículos da xerox na Faculdade de Educação da UFRJ. Até mesmo dentro da rede privada, onde a maior das minhas experiências se esmilinguia nas lembranças do adolescente que passou no vestibular e nunca mais olhou naquela direção, meus conhecimentos se mostravam parcos e totalmente distantes da realidade do 'outro lado da mesa', onde eu agora me encontrava.
Parecia regredir a um dos meus tantos primeiros dias de aula, tentando, ao contrário do que diziam os conselhos da mãe incentivadora, ser o mais incólume e imperceptível dos mosquitos, esgueirando-se pelas paredes, enquanto pedia aos céus para não ser notado. Todos os olhares, por mais desinteressados que fossem, pareciam me avaliar o tempo inteiro, a cada passo que dava. Lembrava dos conselhos dos amigos em relação ao perigo da comunidade, dos alertas a respeito da minha clara cor de pele e olhos, das atenções voltadas à luz interna acesa ao sair da escola e da preferência a ser dada, no trânsito das pequenas ruas, aos porcos, ciclistas e carrinhos de compras. Todo o meu dever me passava nervosamente pela mente: a primeira impressão da direção, o processo de convencimento das professoras para que adotassem o Cientistas do Amanhã, a necessidade de mostrar serviço, a vontade de que tudo ocorresse dentro dos meus estreitos parâmetros do sucesso. Leve e disfarçadamente, aliso o amarrotado do uniforme branco e ajeito o cabelo, respiro fundo e me decepciono com a falta do tempo que acreditei que teria, ao caminhar da saída do carro até a porta da direção. A mulher loira, de enormes olhos azuis, vinha em nossa sentido, ainda no pátio, para me conhecer e apresentar a escola.
Marilda, a diretora, cuja descrição física 'mandou pelo ralo' o receio sugerido pelos colegas, demonstrou a simpatia que me fez envergonhar pelos pensamentos recém-ocorridos. Rodou a escola, sorrindo ao apresentar cada canto, cada professora, e me mostrando o orgulho de quem ajudou a construir aquela pequena faceta desconhecida da educação. Numa salada de mil acontecimentos simultâneos, a escola se mistura entre músicas e letramentos, correrias e livros, recreações e seriedade. E na sala de aula se ouve cantoria na forma de homenagem à professora, outrora zangada: 'Eu preciso de ti, senhor, sou pequeno demais'.
Aos poucos, os nomes e rostos se uniam na minha cabeça, cada um com uma história e uma personalidade diferente. A escola se colocava diante de mim simpática e, ao mesmo tempo, dura, sorridente ao encontrar, e não menos bela ao colocar em xeque a razão que me fazia estar ali, naquele momento. Aquela era a Sampaio Corrêa, erguida sobre o concreto colorido das escolas modernas e do otimismo do trabalhador, repleta de suas reflexões, convicções morais e determinações políticas, com as decisões que, sempre tomadas em grupo, atrasavam os anseios do Tutor ignorante. Aquela era a Sampaio Correa, a minha nova sala de aula de vida.
Exigências feitas e acordos cumpridos, duas formações depois e o “Cientistas” explode na escola, em todas as turmas ao mesmo tempo, enchendo de “minhocas” as cabeças das crianças, enchendo de cobranças o calendário do professor e de orgulho o desempenho da docência. Explode o “Cientistas” na Sampaio Corrêa de Senador Camará, guiado por mulheres guerreiras, que, sim, cumprem as suas ordens, nunca deixando de perguntar e admitindo, paradoxalmente, o julgamento indevido e prematuro:
'Parabéns, a minha aula foi um sucesso'.
A receita não é complexa. Uma vez por mês nos reunimos com tempo suficiente para debruçarmos sobre o livro do professor, assistir a vídeos e conversar sobre as aulas. Relatamos pontos importantes e a comunicação aparece nas conversas de corredor, pelo telefone, por email, por bilhete. O que, antes, era desconfiança, hoje, vira aprendizado. O resto, deixamos que a vontade faz.
E os perigos ainda estão lá fora. Mas eu, aqui, estou totalmente seguro".
Parabéns, Rolf Batman, pela ternura e riqueza de detalhes de seu relato, que muito pode contribuir para o desenvolvimento do Cientistas do Amanhã, já que, além das aulas sugeridas pelo livro do professor, a E.M. Sampaio Corrêa instituiu um caderno de relatos a ser preenchido pelas professoras; mantém um horário mensal de atendimento com o Tutor, cerca de 1 hora e 10 minutos para cada grupo de professoras (divididas pelo ano de escolaridade de seus alunos); estuda, para o ano que vem, a implementação de um programa de monitoria feita pelos alunos mais velhos nas turmas mais novas; e inclui, num mural desenvolvido especialmente para o Cientistas do Amanhã, as novidades, notícias e e-mails enviados pelo Tutor. Tanto as professoras, quanto a direção, encontram-se, dessa forma, mobilizadas para o sucesso do Projeto.
Agora, felicidade sem fim é poder estudar e trabalhar em um lugar no qual as pessoas têm objetivo, meio e fim em comum, lideradas por uma gestora que revela brilho nos olhos quando se relaciona com seus professores e funcionários, as suas crianças, a sua comunidade! Assim, fica mais fácil superar os limites, estimula os sonhos, a cooperação e a transformação de cada um para todos.
Agora, felicidade sem fim é poder estudar e trabalhar em um lugar no qual as pessoas têm objetivo, meio e fim em comum, lideradas por uma gestora que revela brilho nos olhos quando se relaciona com seus professores e funcionários, as suas crianças, a sua comunidade! Assim, fica mais fácil superar os limites, estimula os sonhos, a cooperação e a transformação de cada um para todos.
terça-feira, 24 de novembro de 2009
E.M. Joracy Camargo, E. M. Raul Pederneiras e E. M. Armando Fajardo: sinônimos de integração e motivação na Rede!
As Escolas do Amanhã E.M. Joracy Camargo, E.M. Raul Pederneiras e E.M. Armando Fajardo (do Município do Rio de Janeiro) são homenageadas no relato da Tutora Bárbara de Almeida Silva, professora de Ciências que integra a equipe Sangari de acompanhamento da implementação do “Cientistas do Amanhã”. Essas unidades de ensino fazem parte da 4ª Coordenadoria Regional de Educação e estão situadas na região norte da Cidade. Sobre elas, Bárbara comenta com muita alegria:
“A Escola Municipal Joracy Camargo (Olaria) é um exemplo de determinação e entusiasmo a ser seguido. Como a maioria das “Escolas do Amanhã”, esta escola sofre diretamente com a interferência dos acontecimentos na comunidade onde está inserida, o que ,muitas vezes, atrapalha o desenvolvimento do trabalho escolar. Diante de tantas dificuldades enfrentadas e mesmo adiando o início do programa, as professoras não perderam o ânimo. Bastou uma rápida reunião entre gestores, o corpo docente e eu - enquanto tutora - para que, na semana seguinte, os "diários de ciências" já estivessem planejados e as professoras bastante participativas durante a formação, questionando, trocando ideias, planejando Ciências e até mesmo Língua Portuguesa, utilizando os textos do “Saiba Mais”!
Foi gratificante ver a felicidade da professora Simone ao mostrar, com carinho, os registros de seus alunos, e sua preocupação em orientá-los da melhor maneira no desenvolvimento deste processo. Ver os alunos da professora Regina tendo o primeiro contato com o material das aulas de Ciências, a curiosidade e a magia envolvendo o armário foram contagiantes.
A integração de toda Equipe Escolar, somada ao acompanhamento de perto da gestora, é um fator de grande contribuição para o bom desenvolvimento do Programa “Cientistas do Amanhã”. Isto não foi observado apenas na E. M. Joracy Camargo, mas em outras, como por exemplo na E. M. Raul Pederneiras (Cordovil), na qual as aulas de Ciências têm sido muito produtivas, graças à colaboração entre as professoras e ao acompanhamento contínuo da Coordenadora Pedagógica, professora Adélia. Da mesma forma, ocorre na E. M. Armando Fajardo (Cordovil) permanente discussão e troca de ideias entre as professoras para o planejamento das aulas, sempre mediadas pela Coordenadora Pedagógica, professora Elizabeth.
A figura do Coordenador Pedagógico e do Gestor tem imensa importância na organização dos encontros de formação dos professores junto à tutora. Esta parceria proporciona uma melhor compreensão do programa e um bom andamento das aulas de Ciências. Como resultado, o programa “Cientistas do Amanhã” proporciona às crianças vivenciar a Ciência no seu dia-a-dia".
“A Escola Municipal Joracy Camargo (Olaria) é um exemplo de determinação e entusiasmo a ser seguido. Como a maioria das “Escolas do Amanhã”, esta escola sofre diretamente com a interferência dos acontecimentos na comunidade onde está inserida, o que ,muitas vezes, atrapalha o desenvolvimento do trabalho escolar. Diante de tantas dificuldades enfrentadas e mesmo adiando o início do programa, as professoras não perderam o ânimo. Bastou uma rápida reunião entre gestores, o corpo docente e eu - enquanto tutora - para que, na semana seguinte, os "diários de ciências" já estivessem planejados e as professoras bastante participativas durante a formação, questionando, trocando ideias, planejando Ciências e até mesmo Língua Portuguesa, utilizando os textos do “Saiba Mais”!
Foi gratificante ver a felicidade da professora Simone ao mostrar, com carinho, os registros de seus alunos, e sua preocupação em orientá-los da melhor maneira no desenvolvimento deste processo. Ver os alunos da professora Regina tendo o primeiro contato com o material das aulas de Ciências, a curiosidade e a magia envolvendo o armário foram contagiantes.
A integração de toda Equipe Escolar, somada ao acompanhamento de perto da gestora, é um fator de grande contribuição para o bom desenvolvimento do Programa “Cientistas do Amanhã”. Isto não foi observado apenas na E. M. Joracy Camargo, mas em outras, como por exemplo na E. M. Raul Pederneiras (Cordovil), na qual as aulas de Ciências têm sido muito produtivas, graças à colaboração entre as professoras e ao acompanhamento contínuo da Coordenadora Pedagógica, professora Adélia. Da mesma forma, ocorre na E. M. Armando Fajardo (Cordovil) permanente discussão e troca de ideias entre as professoras para o planejamento das aulas, sempre mediadas pela Coordenadora Pedagógica, professora Elizabeth.
A figura do Coordenador Pedagógico e do Gestor tem imensa importância na organização dos encontros de formação dos professores junto à tutora. Esta parceria proporciona uma melhor compreensão do programa e um bom andamento das aulas de Ciências. Como resultado, o programa “Cientistas do Amanhã” proporciona às crianças vivenciar a Ciência no seu dia-a-dia".
Parabéns às Escolas Municipais Joracy Camargo, Raul Pederneiras e Armando Fajardo, a quais - sob a liderança e orientação de uma equipe pedagógica comprometida com o sucesso - re-escrevem positivamente as histórias de vida das crianças, das famílias e da comunidade que atendem, a partir das experiências com o conhecimento científico.
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