
A reportagem revela que o programa Cientistas do Amanhã é parte fundamental das Escolas do Amanhã, responsável pela disseminação de conhecimentos e valores mais construtivos junto às crianças beneficiadas.
Nos últimos dois meses, repórteres do jornal estiveram em dez colégios que atendem crianças moradoras de favelas: oito sob o domínio do tráfico de drogas, um em região de milícia (grupos autônomos de "vigilantes" que cobram para manter as comunidades supostamente protegidas dos traficantes) e um em comunidade com Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Essas escolas integram o conjunto de 150 do projeto Escolas do Amanhã, de reforço escolar, que a Prefeitura do Rio de Janeiro implementou no ano passado.